sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Frei Betto lamenta que papa seja 'usado como cabo eleitoral



Frei Betto lamenta a postura do papa Bento XVI, que voltou a trazer o aborto ao debate político brasileiro às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais. Na manhã desta quinta-feira (28), o papa esteve com 15 bispos brasileiros do Nordeste, a quem convocou a condenar o aborto e orientar fieis a "usar o próprio voto para a promoção do bem comum". Em entrevista, o frei brasileiro sustenta que há temas mais relevantes para o momento.

"Lamento que Bento XVI esteja sendo usado como cabo eleitoral, seja para qual partido for. Há temas muito mais importantes do que aborto e religião para se discutir em uma campanha eleitoral", afirmou Frei Betto.

"Aborto se evita com políticas sociais. Num país em que se sabe que os futuros filhos terão saúde, escolaridade e oportunidades de trabalho, o número de aborto é reduzido. Lula fez o governo que mais fez para evitar o aborto no Brasil", analisa.

No discurso proferido durante reunião em Roma, o papa afirmou que se "os direitos fundamentais da pessoa ou da salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas". O discurso do papa reconheceu a possibilidade de eventuais efeitos negativos: "Ao defender a vida, não devemos temer a oposição ou a impopularidade".

Frei Betto relembrou que tal postura se parece com as de dom Nelson Westrupp, dom Benedito Beni dos Santos e dom Airton José dos Santos, bispos que subscreveram um panfleto produzido pela Regional Sul 1 da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O material trazia um pedido aos cristãos que não votassem no PT e em partidos que defendessem o aborto. Para o frei, o objetivo era clararamente fazer um manifesto anti-Dilma.

"Lamento também que três bispos tenham desviado a atenção da opinião pública para introduzir oportunisticamente o tema no debate", critica. Atuante em movimentos sociais, Frei Betto afirma que muitas mulheres acabam optando pelo aborto por se sentirem inseguras com o futuro que darão aos filhos.

Polêmica

O aborto ganhou status de tema de campanha desde o final do primeiro turno. A questão é apontada por analistas como uma das responsáveis pela perda de intenção de votos da candidata governista na reta final, causando o segundo turno. Desde o dia seguinte da votação, a discussão permaneceu na disputa entre os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).

O fenônemo levou a campanha de Dilma a promover eventos com lideranças evangélicas e de outras religiões. Ela assumiu ainda compromissos em defesa da vida e contrários a mudanças na legislação sobre interrupção da gravidez. O PSDB empregou, segundo relatos publicados em jornais e blogues, uma ampla ação de telemarketing ativo (milhares de telefonemas a eleitores) com o objetivo de espalhar a informação de que a petista seria favorável ao aborto.

A onda foi seguida por figuras relevantes do cenário religioso. A Comissão em Defesa da Vida, grupo católico coordenado pelo padre Berardo Graz, divulgou nota incitando os fiéis a não votar em Dilma. No último sábado (23), porém, o bispo dom Angélico Sândalo Bernardino leu, em São Paulo, uma carta pela 'verdade e justiça nas eleições' deste ano. O conteúdo da carta critica a atitude da Regional Sul 1 e a utilização eleitoreira do tema aborto.

Fonte: Rede Brasil Atual

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

HOSPITAL DO SENHOR


Fui ao hospital do Senhor fazer um "check-up" de
rotina e constatei que estava doente.
Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que
estava baixa de ternura.
Ao tirar a temperatura, o termômetro registrou 40
graus de egoísmo.
Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado que
necessitava de uma ponte de amor, pois minha artéria
estava bloqueada e não estava abastecendo meu
coração vazio.
Passei pela ortopedia, pois estava com dificuldade de
andar lado a lado com meu irmão e não conseguia
abraçá-lo por ter fraturado o braço, ao tropeçar na
minha vaidade.
Constatou-se miopia, pois não conseguia enxergar
além das aparências. Queixei-me de não poder ouvi-lo
e diagnosticou bloqueio em decorrência das palavras
vazias do dia-a-dia.
Obrigado, Senhor, por não ter me cobrado consulta,
pela sua grande misericórdia. Prometo, ao sair daqui,
somente usar remédios naturais que me indicou e que
estão no Evangelho. Vou tomar diariamente, ao me
levantar, chá de agradecimento; ao chegar ao
trabalho, beber uma colher de sopa de bom dia; e de
hora em hora, um comprimido de paciência, com um
copo de humildade. Ao chegar em casa, Senhor, vou
tomar, diariamente, uma injeção de amor e, ao me
deitar, duas cápsulas de consciência tranqüila. Agindo
assim, tenho certeza de que não ficarei mais doente e
todos os dias serão de confraternização e
solidariedade.
Prometo prolongar este tratamento preventivo por
toda a minha vida, para que quando eu for chamado,
possa ser achado digno de ser Seu filho.
Obrigado senhor, e perdoe-me.
De seu cliente.

Autor Desconhecido

Todos nós vivemos devorados pela necessidade de
sermos amados, mas temos medo da insegurança de
amar.

De onde surgiu a expressão puxa saco?

A palavra puxa-saco começou a ser usada na gíria militar. Os oficiais não carregavam suas roupas em malas, mas em sacos durante as viagens. Mas quem carregava, obedientemente, a bagagem para cima e para baixo eram os soldados. Puxar esses sacos virou sinônimo de subserviência. E o puxa-saco passou a definir todos que bajulavam superiores ou qualquer outra pessoa. E puxa-saco tem até dia, comemorado, informalmente, em 20 de dezembro. É o dia limite para o pagamento da segunda parcela do 13º salário. Dizem que, nessa data, todos os puxa-sacos saem na surdina pelas ruas à procura do presente de Natal dos respectivos chefes.
Fonte(s):
www2.correioweb.com.br/cw/2001-03-07/mat…

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